Se a correção da FGV falhar, isso não custa somente pontos que eram seus — custa posições na classificação e meses de salário até a nomeação.
Na correção da FGV, não existe arredondamento. Quem fez 29,99 está eliminado — o corte é de 30 pontos, na soma da peça com as quatro questões. E o ponto que falta pode estar em qualquer um dos cinco textos.
O Recurso da Posse demonstra, com fundamento, o que a banca avaliou de forma equivocada na sua discursiva — e busca devolver a nota que a sua prova merece.
Avaliação de viabilidade gratuita.
Diagnóstico honesto em até 4h após o envio da sua folha de respostas.
O ponto cego
Você olhou para a nota final e parou ali. É exatamente aí que a maioria perde posições.
Antes de tudo: esta não é uma discursiva comum. Não é uma redação de tema geral. São cinco textos técnicos da sua área — uma peça de até 60 linhas e quatro questões de até 30 — até 180 linhas escritas à mão em cinco horas. Cada texto é corrigido separadamente, e qualquer um deles pode esconder o ponto que falta.
A FGV não dá uma nota. Ela dá cinco — uma para a peça técnica, de até 20 pontos, e uma para cada uma das quatro questões, de até 10 — e aplica o corte sobre a soma. Duas provas com a mesma nota final podem ter chegado ali por caminhos completamente diferentes, e só uma delas tem recurso viável.
Some a isso um detalhe que quase ninguém percebe: na FGV, o recurso é feito em formulário próprio, e o formulário com campo em branco ou informação faltando é desconsiderado — nem chega à banca examinadora. Recurso em que o candidato se identifica não é conhecido. Quem recorre às pressas, no último dia, perde o recurso antes de qualquer análise de mérito.
A conta que muda tudo
Entender isso leva trinta segundos — e é o que separa quem recorre do jeito certo de quem nem tenta.
A FGV corrige separadamente a peça e cada uma das quatro questões. Só que elas não valem a mesma coisa.
A peça cumpriu o que o enunciado pediu?
Sozinha, vale o mesmo que duas questões — um terço da prova.
Você respondeu o que cada questão pediu?
Acerto, gramática, domínio do tema e coerência
Duas versões da mesma prova. As quatro questões idênticas. Muda só a peça, de 11,50 para 12,50.
Porque na FGV não existe arredondamento: 29,99 é eliminação. E o corte é sobre a soma — não importa em qual dos cinco textos o ponto volta.
Quem ficou entre 27,00 e 29,99 está a no máximo três pontos da aprovação — repartidos pelos cinco textos, menos de 0,60 em cada um. E todo ponto recuperado entra inteiro na nota final do concurso: vale o mesmo que uma questão da objetiva.
O contrário também é verdade, e é por isso que a avaliação é gratuita: abaixo de 25,00, faltam cinco pontos ou mais, e prova escrita a lápis tem nota zero por regra do edital. Quando a conta não fecha, eu digo.
Como funciona
Você não paga para descobrir se vale a pena, não perde nada. Descobre primeiro — e só investe na elaboração se houver fundamento.
A imagem da sua folha de textos definitivos, o padrão de resposta e a nota de cada um dos cinco textos, conforme divulgados pela FGV.
Releio cada texto contra o padrão de resposta e contra o que o edital manda avaliar: acerto, gramática, domínio do tema e coerência. Você recebe um diagnóstico honesto: em qual texto há fundamento, quanto isso vale na soma, e onde não há o que alegar.
Redigido para os formulários próprios da FGV, com todos os campos preenchidos — formulário incompleto nem chega à banca — e sem qualquer marca que identifique você, o que faz o recurso não ser conhecido.
O recurso é seu. Ajusto com você antes do envio e oriento o protocolo no site da FGV dentro da janela do edital.
Casos reais
Retornos reais de candidatos. Use as setas ou toque nos cards para navegar.
Dados pessoais dos candidatos preservados. Resultados dependem da decisão da banca.
Quem vai ler sua prova
Analista do MPU — Ministério Público Federal
Uma releitura técnica da sua prova — feita por quem já gabaritou discursiva e obteve aprovações em provas discursivas de diversas modalidades. Professor e mentor de provas discursivas. Já exerceu a advocacia e a mediação de conflitos coletivos, foi aprovado na segunda fase da magistratura do trabalho e atua como assessor jurídico há anos, tanto no Judiciário quanto no Ministério Público.
Formado em Direito, com especialização em Direito Material e Processual do Trabalho, ex-Analista Judiciário do TRT 8ª Região. Quem relê sua prova não é um curso: é um aprovado que estuda, recorre e corrige há anos.
Eu não recorro de tudo. Recorro do que tem fundamento. É por isso que a avaliação é gratuita: se a conta não fechar a seu favor, eu te digo — e você não gasta nada.
Dúvidas frequentes
Respostas diretas e honestas sobre como funciona o recurso da sua discursiva na FGV.
Não é uma prova comum. São cinco textos: uma peça técnica de até 60 linhas, valendo 20 pontos, e quatro questões de até 30 linhas, valendo 10 pontos cada. Em cada um, o edital manda avaliar o acerto das respostas, a gramática, o grau de conhecimento do tema e a fluência e a coerência da exposição. As notas se somam, e é aprovado quem chega a 30 pontos. (itens 9.10.1, 9.10.5 e 9.10.9.4)
Por dois motivos. Primeiro, não há arredondamento: 29,99 elimina, e frações abaixo do centésimo são desprezadas. Segundo, a nota da discursiva entra inteira na nota final do concurso, somada à objetiva e aos títulos — um ponto aqui vale o mesmo que uma questão inteira da objetiva. Na prática: uma prova com 11,50 na peça e 18,00 nas questões fecha em 29,50 e elimina o candidato. A mesma prova com 12,50 na peça fecha em 30,50 e aprova. É a mesma prova, um único ponto de diferença, e dois destinos opostos. (itens 9.10.10 e 13.1)
O edital do TCE-SC não traz a vedação expressa que outras bancas têm. Mas o recurso é contra o resultado preliminar da sua prova, e o recurso que trata de assunto diferente do especificado para a etapa não é conhecido. Por isso o recurso que eu elaboro parte da sua folha: demonstra o que a sua resposta atendeu e não foi pontuado, em vez de uma discussão genérica sobre o gabarito. (itens 15.1 e 15.2.10)
O edital não fixa isso: o recurso é feito nos formulários próprios da FGV, conforme as instruções publicadas no site. O que importa para você é que o valor de R$ 697,00 cobre o recurso de todos os textos em que houver fundamento — a peça e as quatro questões. E como o corte é sobre a soma, muitas vezes recuperar pontos no texto pior corrigido já basta para virar o resultado. (itens 9.10.5 e 15.2)
O edital não prevê anexo. O recurso é feito nos formulários próprios da FGV, e não é aceito por fax, e-mail ou Correios. Isso significa que toda a força está na redação — e é exatamente esse o trabalho que você está contratando. (itens 15.2 e 15.2.8)
Uma. Não existe pedido de revisão de recurso nem recurso contra o resultado final das provas. Não é uma tentativa que dá para refazer melhor depois — é a única que você tem. (item 15.3)
Depende do motivo. O edital dá nota zero à prova escrita a lápis e anula a que tiver marca de identificação — nesses casos não há erro de correção a discutir. Mas o texto que abordou o tema, ainda que de forma parcial, tem regra própria: o edital manda reduzir a nota proporcionalmente, não zerá-la. E como o corte é sobre a soma, um texto zerado não elimina por si só. Se o motivo foi fuga total ao tema, a conversa é outra e eu digo isso com clareza. (itens 9.10.7, 9.10.8 e 9.10.9.5)
Dois dias úteis, contados do primeiro dia útil seguinte à divulgação do resultado preliminar. Pelo cronograma da FGV, o resultado sai em 29/09/2026 e o recurso vai de 30/09 a 01/10/2026, pelos formulários do site da FGV. Fora desse prazo ou por qualquer outra via, o recurso não é aceito. Quanto antes você enviar sua prova, mais margem eu tenho para construir um recurso consistente. (item 15.1 e cronograma previsto da FGV)
É preciso ser honesto sobre isso. O edital diz apenas que, depois da análise dos recursos, a banca pode manter ou alterar o resultado divulgado — não garante que a alteração seja só para cima. Essa verificação faz parte da análise inicial: se eu identificar qualquer risco concreto no seu caso, você é avisado antes de decidir. (item 15.2.6)
Não existe percentual garantido, e qualquer promessa nesse sentido é irresponsável. Na avaliação de viabilidade eu informo com objetividade se o fundamento é forte, moderado ou inexistente. Com a soma da FGV isso fica concreto: dá para calcular exatamente quanto falta, texto por texto, e dizer se a conta chega ou não ao que você precisa. A decisão final é da banca; meu trabalho é apresentar o melhor fundamento técnico possível.
Sim. Cada recurso é construído a partir da sua folha de respostas, de cada um dos seus textos e dos pontos específicos em que a correção não corresponde ao padrão de resposta. Não trabalho com texto padronizado — num recurso contra a correção da sua própria prova, texto genérico não tem absolutamente nada a dizer.
O recurso é elaborado por mim, Bruno Cordeiro. Não utilizo equipe terceirizada nem modelo pronto. Sou Analista do MPU, gabaritei a discursiva de Analista Judiciário de TRT, obtive mais de 95% na discursiva do MPU e fui aprovado na discursiva da Magistratura do Trabalho. Cada recurso é redigido por quem conhece tanto a perspectiva do candidato quanto a da correção.
Investimento
Pagamento único · sem mensalidade · análise antes de qualquer cobrança
A avaliação continua gratuita. Você só investe se houver fundamento.
Foram meses de estudo, uma aprovação na objetiva e uma prova inteira escrita à mão sob pressão. E a sua eliminação pode estar a um único ponto de distância — numa banca que não arredonda, em que 29,99 elimina. O custo de não recorrer é aceitar uma nota que pode não ser a sua — e recomeçar no próximo edital.
Você tem um único recurso, e não existe recurso de recurso. A avaliação é gratuita e leva até 4h. O risco de mandar sua prova para uma segunda leitura é nenhum. O risco de não mandar é aceitar uma nota que talvez não fosse a sua.
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